CONCURSOS NACIONAIS DE PRODUTOS TRADICIONAIS
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Esta alheira é feita com carne de vaca Cachena (DOP) raça autóctone com seu solar na região da Peneda, Arcos de Valdevez, carne de galinha, barriga fumada, salpicão e condimentos. O seu enchimento é feito com tripa natural de porco ficando com um aspecto característico e de cor dourada.
O Vinagre apresenta uma cor amarelo claro. Este é límpido, com com plantas de Poejo em infusão e o aroma é complexo com notas ácidas a plantas de Poejo e mel. Ao paladar é agridoce com notas agradáveis a mel e plantas de Poejo.
Cor de café escuro e cristalino, rico, aroma a café fresco, chocolate e baunilha, gosto de café torrado com notas de chocolate, acabamento suave e seco. Este licor tem tendência a acentuar o seu sabor com a idade. Todo o processo de produção é verdadeiramente artesanal. Teor alcoólico: 20%.
Enchido tradicional, fumado, à base de carne, gordura, ossos e cartilagens (de partes das costelas e coluna vertebral) de porco*, cheio em estômago (bucho), bexiga ou tripa do intestino grosso (palaio) do porco. As carnes com os ossos e as cartilagens são condimentadas com sal, alho, colorau, louro, água e, opcionalmente, vinho branco ou tinto da região de Trás-os-Montes. Tem forma redonda, oval ou cilíndrica consoante o invólucro utilizado e cor que varia entre o amarelado, avermelhado e castanho-escuro, sendo perceptível a presença de ossos. * NOTA: em todos os produtos por porco deve entender-se “porco da raça Bísara ou produto de cruzamento desta raça, (desde que 50% de sangue Bísaro)”
Mel produzido pela abelha negra Apis mellifera mellifera (sp. Iberica) - considerada por alguns investigadores como sub raça da Apis mellifera iberica - na região montanhosa do Barroso, a partir da flora característica. Tem cor escura (> a 8 na escala de Pfund), cheiro e sabor reveladores da flora melífera regional, com forte predominância de ericáceas. Ao mel que possua um teor de pólen de ericáceas superior a 35 % poderá ser atribuída a designação de “Mel de Urze” ou “Mel de Queiró”.
Cariopse desencasulada da planta Oryza sativa L., subespécie Japónica, proveniente da variedade Aríete 2ª Geração, devidamente seco, descascado, branqueado e polido. Apresenta baixa relação amilose/amilopectina, elevada capacidade de absorção de água e de moléculas aromáticas dos condimentos.
Bombons artesanais, em forma de bolota, de puro chocolate negro com recheio de queijo de Nisa DOP. As “caixas” ou moldes são preparadas a partir de chocolate negro, com 60% de pasta de cacau, temperado e cristalizado já no molde. Depois são recheados com um recheio ou “ganache” elaborada de chocolate branco, com 28% de pasta de cacau, onde se encontra incorporado o queijo de Nisa DOP. Quando se trinca o bombom o primeiro sabor a surgir é o do chocolate puro, de sabor persistente. Logo depois, liberta-se o sabor tão característico do queijo que se encontra na “ganache”. É da conjugação de dois sabores tão intensos e opostos que surge uma explosão de sensações organoléticas inesquecíveis.
Doce confecionado de forma tradicional a partir de pêra rocha - de produção biológica própria - moscatel de Setúbal e açúcar. Apresenta consistência mole, textura cremosa e aroma a moscatel.
Bolo tradicional de forma redonda, preparado com camadas de massa - normalmente usam-se 3 camadas -em forma de discos, feitas à base de claras batidas em castelo, açúcar amarelo, mel de urze, noz nacional moída (em “farinha”) e amido de milho, intercaladas com camadas de ovos moles de Aveiro. Tem textura macia e ao mesmo tempo crocante, devido à noz, destacando-se o sabor a ovo, noz e mel.
O “canoco de Ul” é um pão de trigo tradicional, produzido com farinha de trigo tipo 80 (sêmea e rolão de trigo), com a forma ovalada, de base plana, por vezes com chanfro na côdea macia e miolo macio e firme com alvéolos de tamanho pequeno. Todo o processo é efectuado de forma tradicional, sendo os canocos cozidos em fornos de lenha.