CONCURSOS NACIONAIS DE PRODUTOS TRADICIONAIS
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Cerveja de cor acobreada, espuma ambâr persistente, aroma herbal e sabor a malte, caramelo e mel, corpo alto e amargor médio. Adiafa é a refeição dada aos trabalhadores depois de concluída a vindima, que pode bem ser acompanhada por esta cerveja robusta, com mel ribatejano e erva-príncipe do nosso jardim. Cerveja de complexidade aromática, de sabores térreos, refrescante de verão, reconfortante de inverno. Guisados, estufados e sobremesas acompanham bem a Adiafa!
Doce confeccionado com batata doce roxa de Odemira, água, sumo de limão, canela em pau e vagem de baunilha. Tem cor roxo vivo, sabor agradável a batata com notas de canela e baunilha e uma leve fragrãncia a batata a que se aliam os aromas a canela e baunilha
4 Peras Rocha de calibre 45 (mais pequenas e mais doces) envolvidas numa calda de água, açúcar e especiarias. São apresentadas dentro de um frasco de vidro. O seu aroma é frutado com notas de especiarias. O seu sabor é suave e doce, deixando na boca uma sensação de frescura da fruta e uma sensação quente das especiarias.
Vinagre natural, intenso, fresco e aromático, produzido a partir de vinhos sãos que são colocados em barricas de madeira durante cerca de 10 anos, para que o alcool se transforme em ácido acético. Possui uma acidez extraordinária:10º .
Licor artesanal, produzido com ginjas de produção própria - provenientes da Casa de Encosturas - álcool (para não retirar o sabor da fruta) e açúcar. Apresenta aspecto translúcido, brilhante e sabor e aroma bastante acentuados. Teor alcoólico: 21%.
Enchido tradicional à base de carne gorda e sangue de porco e condimentado com azeite, vinho, cominhos salsa e sal. Tem forma de ferradura, sem saliências, e apresenta cor negra acastanhada e consistência firme. Ao corte apresenta uma massa heterogénea, de aspecto grumoso e bem ligada, com invólucro (constituído por tripa fina de porco) sem roturas e aderente à massa.
Doce de fruta, extra, obtido exclusivamente da cozedura do mesocarpo do marmelo com açúcar de cana, branco, refinado e água. Possui consistência sólida, mas não dura, podendo ser cortada à faca, brilho intenso, sabor doce, a marmelo e a açúcar modulados pelo cozimento, e aroma complexo e característico a marmelo, evoluindo para aromas tão diversificados como caramelo, mel, frutos do pomar e flores campestres, resultantes das reacções químicas que ocorrem durante a cozedura da polpa de marmelo na calda de açúcar.
Apresenta cor vermeho escuro e textura aveludada podendo encontrar-se alguns pedaços de tomate. A ausência de peles e a quase inexistência de sementes não mentem sobre o tempo, dedicação e gosto pela arte de bem fazer.
Pequenos bolos de forma redonda ligeiramente achatada, com cerca de 30g, que vão ao forno antes de serem cobertos com uma calda de açúcar. Confecionadas apenas com amêndoa, açúcar, um pouco de farinha e água apresentam cor castanha no interior e castanha escura no exterior com o branco do açúcar em calda por cima. Apresenta textura dura ao toque mas macia no interior.
Carne proveniente de animais da raça Jarmelista, inscritos no Livro Genealógico da Raça Jarmelista, nascidos e criados na área geográfica delimitadade. De cor rosa/rosa escura a vermelha/vermelha escura, apresenta consistência firme e ligeiramente húmida, com gordura firme, não exsudativa e de coloração variável de branco a amarelo, distribuída homogeneamente. Dependendo da idade e peso ao abate, a carne distingue-se em: "Vitela/o", "Vitelão", “Novilha/o”, “Vaca” e “Touro”.