CONCURSOS NACIONAIS DE PRODUTOS TRADICIONAIS
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
A Special Strong Lager de cor dourada e espuma cremosa marfim é o produto premiado da Cerveja Xarlie. Ostenta um perfil elegante e um equilíbrio harmonioso entre as notas de malte, os aromas cítricos e frutos de pomar provenientes dos nobres lúpulos europeus. Num flute, bem fresca, é ideal para acompanhar uma refeição ou simplesmente degustar num final de tarde com amigos.
Azeitonas Maçanilha do Algarve (em especial do Nordeste serrano), carnudas, esmagadas, de cor verde, temperadas com alho, orégãos, tomilho, nêveda e casca de limão.
O «Pastel de Chaves» é um produto de pastelaria constituído por massa finamente folhada, recheada com um preparado à base de carne de vitela picada. Apresenta textura exterior firme e estaladiça contrastando fortemente com a textura do recheio que é espesso, macio, húmido, suculento e fundente. Ao corte vertical, a massa apresenta um conjunto de lâminas muito finas, o que confere ao pastel um aspeto finamente folhado. A porção superior da massa apresenta uma cor amarelo-dourado que contrasta com a porção inferior levemente humedecida e escurecida pelo picado de carne. Numa posição central surge o recheio que apresenta um aspeto heterogéneo, resultante dos diversos ingredientes que o compõem, sendo reconhecíveis pedaços de carne e de cebola.
Fatias de pão de ló regadas por açúcar e posteriormente cobertas com doce de ovos e canela. Apresenta uma textura aveludada com uma consistência suave e um sabor doce e aromático a canela.
Bolo redondo, com um grande orificio ao centro, feito de massa lêveda misturada com frutos secos e passas. Apresenta um aspeto rústico ao corte, devido à mistura da massa com os frutos secos. Aroma e sabor a frutos secos, vinho do porto e aguardente.
O pão produzido no concelho de Mértola é um dos conhecidos pães do Alentejo. É um pão de testa (mais levantado numa das extremidades, assemelhando-se a uma dobra), de côdea estaladiça, amarelo ligeiramente acastanhado, com vestígios de farinha. O miolo é consistente e fofo, apresentando alguns alvéolos, branco ligeiramente acinzentado ou acastanhado.
Covilhete de Vila Real é um pastel de carne, com peso aproximado de 50g a 60g, recheado com um picado feito maioritariamente à base de carne de vaca estufada. O covilhete tem forma tronco-cónica feita com massa folhada, a qual é tapada superiormente também com massa folhada com enrolado helicoidal característico deste produto. A massa é crocante e estaladiça, e o recheio é macio e granuloso, onde se notam os pedaços da carne picada que podem estar ligados por um ligeiro creme espesso resultante da mistura das gorduras com a farinha. No odor destaca-se a massa folhada que contrasta levemente com os aromas do recheio. O seu sabor resulta da mistura da massa folhada com o recheio onde se destacam os sabores característicos do alho e da cebola, da gordura e da carne e com um leve toque de salsa.
Fruto proveniente da macieira (Malus Spp.), variedade bravo. As características edafo-climáticas da região proporcionaram o desenvolvimento de uma maçã Bravo com características diferentes (coloração e dimensões) das obtidas na Beira. É uma maçã média, redonda, achatada, de cor amarela esverdeada, com manchas rosáceas e pedúnculo curto, com cheiro pronunciado, e com sabor acentuado e muito doce. Resulta provavelmente de um cruzamento de maçã Camoesa e de uma Melapio ou afim. O seu calibre varia entre 60 e 70 mm.
Cor de café escuro e cristalino, rico, aroma a café fresco, chocolate e baunilha, gosto de café torrado com notas de chocolate, acabamento suave e seco. Este licor tem tendência a acentuar o seu sabor com a idade. Todo o processo de produção é verdadeiramente artesanal. Teor alcoólico: 20%.
O arroz de pica no Chão de Vila Verde (ou arroz de cabidela, como também é conhecido) é constituído basicamente por arroz carolino e por frango caseiro ou do campo, alimentado a milho e verduras, em espaço livre, podendo “picar” no chão. Apresenta-se sob a forma de arroz caldoso, escuro e aveludado, decorrente do uso do sangue da ave (cabidela). Paladar forte com aroma avinagrado e amaciado pela salsa. O arroz que se utiliza é o carolino e como gordura, um pouco de azeite. O frango apresenta-se misturado com o arroz em peças com pele e osso. A guarnição é simples, com raminho de salsa.