CONCURSOS NACIONAIS DE PRODUTOS TRADICIONAIS
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Limão de Mafra é o fruto obtido do limoeiro (Citrus limon), das variedades Lisboa, Galego, Lunário e Eureka. A sua casca pode variar das cores verde a amarelo vibrante e é rugosa, espessa, com um aroma intenso a limão, assim como pode apresentar pequenos defeitos epidérmicos. A sua forma varia de elíptica a esférica, não muito regular, por vezes com ápice marcado. Estes limões têm um diâmetro entre 53 e 78mm, polpa amarela com alguns caroços, sendo o seu sumo posteriormente amarelo característico do limão.
4 Peras Rocha de calibre 45 (mais pequenas e mais doces) envolvidas numa calda de vinho tinto com açúcar e especiarias e apresentadas dentro de um frasco de vidro. O seu aroma é frutado com notas de especiarias. O seu sabor é rico, deixando na boca uma sensação quente e robusta devido à envolvência da pera com o vinho e as especiarias.
Fabricada apenas com marmelos, de produção biológica própria, e açúcar, este doce - feito ainda com recurso ao uso do antigo passe-vite - apresenta, exteriormente, cor vermelho escuro e brilhante. De textura suave, sem grumos, e consistência rija, deve ser cortada à fatia. Tem sabor doce e intenso a marmelo.
Licor artesanal, produzido com ginjas de produção própria - provenientes da Casa de Encosturas - álcool (para não retirar o sabor da fruta) e açúcar. Apresenta aspecto translúcido, brilhante e sabor e aroma bastante acentuados. Teor alcoólico: 21%.
Miolo de amêndoa envolvido, de forma manual, numa camada fina de açúcar caramelizado com canela.
Presunto obtidos a partir de pernis (membros posteriores) de porcos de raça alentejana (exceptuando reprodutores), com regras particulares de maneio, abatidos entre os 12 e os 24 meses, inscritos no Livro Genealógico Português de Suínos - Secção Raça Alentejana. Forma arredondada com courato externo, conservando a extremidade podal (unha). Ao corte apresentam cor vermelho escuro, com infiltração de gordura intramuscular, brilhante, branca-nacarada. Textura pouco fibrosa. Aroma agradável a «montanheira».
Queijo curado, de fabrico artesanal, obtido por esgotamento lento da coalhada, após coagulação do leite cru estreme de ovelhas da raça Churra da Terra Quente (terrinchas) por acção de coalho de origem animal.
Produto agri-doce resultante da mistura de pimentos amarelos, vermelhos, verdes, laranja, pepino em rodelas e cebolas pequeninas – tudo de produção biológica própria - que depois de desidratados são fervidos durante um minuto numa calda de vinagre de fruta, açúcar e várias especiarias
Esta alheira é feita com carne de vaca Cachena (DOP) raça autóctone com seu solar na região da Peneda, Arcos de Valdevez, carne de galinha, barriga fumada, salpicão e condimentos. O seu enchimento é feito com tripa natural de porco ficando com um aspecto característico e de cor dourada.
Obtido a partir das pernas de porcos Bísaros, adultos, machos (excluindo os inteiros) ou fêmeas, abatidos com idade entre 9 e 18 meses, inscritos no respectivo Registo Zootécnico. Tem o formato próprio da perna deste porco, comprida e alongada, com a extremidade podal. Apresenta, no local do corte, coloração vermelho acastanhada reveladora do tratamento pela mistura de colorau com azeite e da fumagem. Ao corte apresenta cor rosa a vermelho escuro e gordura de cor branca, nacarada e brilhante. Sabor agradável, salgado e fumado e aroma ligeiramente fumado.