CONCURSOS NACIONAIS DE PRODUTOS TRADICIONAIS
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Obtido a partir das pernas de porcos Bísaros, adultos, machos (excluindo os inteiros) ou fêmeas, abatidos com idade entre 9 e 18 meses, inscritos no respectivo Registo Zootécnico. Tem o formato próprio da perna deste porco, comprida e alongada, com a extremidade podal. Apresenta, no local do corte, coloração vermelho acastanhada reveladora do tratamento pela mistura de colorau com azeite e da fumagem. Ao corte apresenta cor rosa a vermelho escuro e gordura de cor branca, nacarada e brilhante. Sabor agradável, salgado e fumado e aroma ligeiramente fumado.
O Vinagre apresenta uma cor amarelo claro. Este é límpido, com com plantas de Poejo em infusão e o aroma é complexo com notas ácidas a plantas de Poejo e mel. Ao paladar é agridoce com notas agradáveis a mel e plantas de Poejo.
Cor de café escuro e cristalino, rico, aroma a café fresco, chocolate e baunilha, gosto de café torrado com notas de chocolate, acabamento suave e seco. Este licor tem tendência a acentuar o seu sabor com a idade. Todo o processo de produção é verdadeiramente artesanal. Teor alcoólico: 20%.
É um produto produzido em diversas zonas do país. Estas cavacas têm um formato irregular e com a sua cobertura fazem lembrar as pedras da Serra da Estrela com neve.
Vinagre natural, intenso, fresco e aromático, produzido a partir de vinhos sãos que são colocados em barricas de madeira durante cerca de 10 anos, para que o alcool se transforme em ácido acético. Possui uma acidez extraordinária:10º .
O "Azeite de Moura" possui as características que permitem qualificá-lo como azeite virgem extra e azeite virgem nos termos da Regulamentação Comunitária. Obtido, por processos mecânicos, a partir de azeitonas das variedades Cordovil, Verdeal e Galega. É um azeite de acidez baixa ou muito baixa, de cor amarela esverdeada. O aroma e sabor que lhe são próprios são devidos às variedades Galega e Verdeal. O alto teor de ácidos monoinsaturados provem principalmente da variedade Cordovil.
A aguardente da Lourinhã apresenta uma cor topázio brilhante. O seu aroma é intenso com notas de baunilha, madeira, café e frutos secos. O seu sabor é macio, doce com ligeiro fumado e persistente.
Bombom de molde de 12g com a forma de uma folha, com cobertura de chocolate negro de 60% de pasta de cacau, recheio cremoso e de intenso sabor mentolado.
Bombons artesanais, em forma de bolota, de puro chocolate negro com recheio de queijo de Nisa DOP. As “caixas” ou moldes são preparadas a partir de chocolate negro, com 60% de pasta de cacau, temperado e cristalizado já no molde. Depois são recheados com um recheio ou “ganache” elaborada de chocolate branco, com 28% de pasta de cacau, onde se encontra incorporado o queijo de Nisa DOP. Quando se trinca o bombom o primeiro sabor a surgir é o do chocolate puro, de sabor persistente. Logo depois, liberta-se o sabor tão característico do queijo que se encontra na “ganache”. É da conjugação de dois sabores tão intensos e opostos que surge uma explosão de sensações organoléticas inesquecíveis.
O arroz de pica no Chão de Vila Verde (ou arroz de cabidela, como também é conhecido) é constituído basicamente por arroz carolino e por frango caseiro ou do campo, alimentado a milho e verduras, em espaço livre, podendo “picar” no chão. Apresenta-se sob a forma de arroz caldoso, escuro e aveludado, decorrente do uso do sangue da ave (cabidela). Paladar forte com aroma avinagrado e amaciado pela salsa. O arroz que se utiliza é o carolino e como gordura, um pouco de azeite. O frango apresenta-se misturado com o arroz em peças com pele e osso. A guarnição é simples, com raminho de salsa.