CONCURSOS NACIONAIS DE PRODUTOS TRADICIONAIS
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Bombons de fabrico totalmente artesanal. As “cápsulas” de chocolate, preparadas a partir de puro chocolate belga (considerado um dos melhores do mundo), são quadradas e cheias com um recheio elaborado com laranjas nacionais frescas.
Mel de cor amarela escura, produzido pela abelha Apis mellifera (sp. Iberica) com nível de cristalização normal, com uma composição variada em pólen da flora da região (Alfazema, Cistus, Compositae entre 14 % e 19 % cada, Soagem entre 14 % e 18%, Urze 12% e Eucalipto, Citrus e Prunus entre 10 % e 12% cada). É particularmente rico em sais minerais.
Carne de cor rosa escura a vermelha escura com gordura firme, não exsudativa e de coloração variável de branco a amarelo, obtida a partir de animais de Raça Alentejana, inscritos no Livro de Nascimento e filhos de pais e mães inscritos no Livro Genealógico da Raça Bovina Alentejana, criados em sistema extensivo. Dependendo da idade e peso ao abate, a carne distingue-se em: "Vitela", "Vitelão", “Novilha”, “Novilho”, “Vaca” e “Touro”.
Doce de fruta, extra, obtido exclusivamente da cozedura do mesocarpo do marmelo com açúcar de cana, branco, refinado e água. Possui consistência sólida, mas não dura, podendo ser cortada à faca, brilho intenso, sabor doce, a marmelo e a açúcar modulados pelo cozimento, e aroma complexo e característico a marmelo, evoluindo para aromas tão diversificados como caramelo, mel, frutos do pomar e flores campestres, resultantes das reacções químicas que ocorrem durante a cozedura da polpa de marmelo na calda de açúcar.
Queijo curado, de fabrico artesanal, obtido por esgotamento lento da coalhada, após coagulação do leite cru estreme de ovelhas da raça Churra da Terra Quente (terrinchas) por acção de coalho de origem animal.
Produto agri-doce resultante da mistura de pimentos amarelos, vermelhos, verdes, laranja, pepino em rodelas e cebolas pequeninas – tudo de produção biológica própria - que depois de desidratados são fervidos durante um minuto numa calda de vinagre de fruta, açúcar e várias especiarias
Preparado a partir de farinha de trigo, ovos e gorduras, recheado com carnes fumadas de porco. A cor varia entre amarelo e castanho claro, apresentando ao corte uma massa alveolada, de cor amarelada, entremeada pelas carnes. O peso oscila entre 0,5 e 3 kg. A massa é ligeiramente salgada e gordurosa e as carnes mantêm o sabor original.
Cariopse desencasulada da planta Oryza sativa L., subespécie Japónica, proveniente da variedade Aríete 2ª Geração, devidamente seco, descascado, branqueado e polido. Apresenta baixa relação amilose/amilopectina, elevada capacidade de absorção de água e de moléculas aromáticas dos condimentos.
Enchido tradicional, fumado, à base de carne (lombo e lombinho) de porco de raça bísara, ou do cruzamento desta raça (desde que 50% de sangue Bísaro), cheio em tripa grossa de porco. As carnes, cortadas em cubos, são condimentadas com sal, alho, vinho tinto ou branco da região, colorau doce e/ou picante e louro. Cilíndrico, de forma recta e cor avermelhada escura. Ao corte apresenta cor vermelha viva, de tonalidade não homogénea, e a massa apresenta-se bem ligada. Sabor agradável, muito característico, sensação de sal muito ténue e aroma agradável ligeiramente fumado.
Licor artesanal, produzido com ginjas de produção própria - provenientes da Casa de Encosturas - álcool (para não retirar o sabor da fruta) e açúcar. Apresenta aspecto translúcido, brilhante e sabor e aroma bastante acentuados. Teor alcoólico: 21%.