CONCURSOS NACIONAIS DE PRODUTOS TRADICIONAIS
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Destaca se pela sua tenrura e sabor único. A sua cor é variável entre o rosa e vermelho claro, de acordo com a idade do animal ao abate. Com pouca gordura intramuscular, de coloração branca e cremosa, de consistência firme e ligeiramente húmida, aspecto que denota suculência. De paladar ímpar, as suas características relacionam se inequivocamente com o meio natural onde é produzida e com a forma de produção verificada.
Bolo tradicional de forma redonda, preparado com camadas de massa - normalmente usam-se 3 camadas -em forma de discos, feitas à base de claras batidas em castelo, açúcar amarelo, mel de urze, noz nacional moída (em “farinha”) e amido de milho, intercaladas com camadas de ovos moles de Aveiro. Tem textura macia e ao mesmo tempo crocante, devido à noz, destacando-se o sabor a ovo, noz e mel.
Doce confecionado de forma tradicional a partir de pêra rocha - de produção biológica própria - moscatel de Setúbal e açúcar. Apresenta consistência mole, textura cremosa e aroma a moscatel.
A bôla de Lamego é feita de farinha de trigo, fermento de padeiro, água, manteiga, banha de porco ou azeite, recheada com carnes (bôla de carne de Lamego), com bacalhau (bôla de bacalhau de Lamego), com sardinha (bôla de sardinha de Lamego) ou com carne de vinha d’alhos (bôla de vinha d’alhos), em que a carne é temperada em vinho e alho, antecipadamente. Cada bôla de Lamego pesa cerca de 850 g, tem formato rectangular e é baixa.
Carne proveniente do abate de caprinos da raça serrana (machos e fêmeas) filhos de pais inscritos no Registo Zootécnico e/ou Livro Genealógico da raça, abatidos na altura do desmame, entre os 30 e os 90 dias de vida. Esta carne diferencia-se pela sua qualidade organoléptica, designadamente a palatabilidade, tenrura e suculência.
Ensacado fumado, de forma cilindroide, obtido a partir da peça entremeada (carne e gordura) da barriga de porco preto.
Pequena maçã de Outono obtida a partir da cultivar Bravo derivada da Malus Domestica Bockh, apresentando uma conservação prolongada e sendo particularmente perfumada e sumarenta. Tem uma forma oblongo-cónica, com diâmetro equatorial de cerca de 5 cm, casca esbranquiçada, por vezes com manchas avermelhadas, manchada ou raiada, com carepa na fossa peduncular, de polpa branca, macia, sumarenta e doce. Aroma intenso e agradável.
O Folar de Valpaços é um produto de panificação recheado com carne de porco gorda e/ou entremeada salgada e seca (não fumada), barriga de porco salgada e seca (não fumada), enchidos de porco fumados (salpicão e linguiça), presunto de porco curado pelo fumo ou de cura natural e/ou pá de porco fumada. Ao corte são perceptíveis pedaços dispersos e irregulares das carnes que compõem o recheio e que visualmente compõem um mosaico colorido em que se distinguem as diferentes cores das mesmas. É cozido em formas individuais.
"Cereja de Alfândega da Fé" é o fruto proveniente de diversas variedades de cerejeira (Prunus avium L) tradicionalmente cultivadas no concelho de Alfândega da Fé e áreas limítrofes. Apresenta polpa dura, crocante, açucarada, muito sucosa e de perfume ligeiramente acentuado, sendo resistente ao rachamento.
Com uma cor amarela, brilhante e cristalina, na boca há uma explosão de limão fresco ligeiramente amargo com um final de boca longo e persistente do limão colhido fresco às primeiras horas da manhã no pomar da Casa de Encosturas onde são produzidos segundo o modo de produção biológica. Este licor tem tendência a acentuar o seu sabor com a idade. Todo o processo de produção é verdadeiramente artesanal. Teor alcoólico: 24%.