CONCURSOS NACIONAIS DE PRODUTOS TRADICIONAIS
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Trata-se de um mel produzido pela abelha local - apis melífera (sp ibérica). O néctar é recolhido a partir da floração predominante na região - o rosmaninho. Apresenta um tom claro, característico da flora que serve de pasto às abelhas. É um mel bastante viscoso, translúcido e com uma ligeira adstringência própria do néctar de rosmaninho.
Fruto da oliveira (Olea europeae sativa Hoffg Link), da variedade Negrinha. Tem cor verde amarelada a negra violácea conforme o estado de maturação, forma arredondada, lisa, terminando em ligeiro bico e consistência firme. O caroço é pequeno e destaca-se facilmente da polpa, que constitui cerca de 83 % do fruto. Este tem peso de 3 a 5 g e volume de 3 a 5 cm3, em média.
Pequenas esferas de chocolate recheadas com calda e pedaços de pêra bêbeda. A cobertura de chocolate, mais amarga, contrasta com o doce da calda e dos pedaços da pêra bêbeda. Este produto resulta numa combinação perfeita que satisfaz os apreciadores de trufas.
Figo produzido em pomares estremes ou em árvores dispersas, mas sempre em sequeiro, sem recurso a tratamentos fitossanitários. São secos ao sol. Dadas as condições edafo-climáticas da região, os figos têm teor elevado de açúcar e pesam cerca de 10g/cada.
Maçã com características organolépticas especiais, resultante das condições edafo-climáticas da respectiva região de produção. As variedades predominantes são a Golden Delicious, Red Delicious e Jersey Mac.
Pão de mistura elaborado através de um processo de fabrico específico da região, sendo determinante o uso da farinha obtida dos milhos brancos lisos, do tipo “flint”, maioritariamente de origem regional, em que se incluem as variedades locais Pigarro, Verdial de Aperrela e Verdial de Cete. À farinha de milho é, ainda, adicionada farinha de centeio de origem regional podendo, na sua ausência, ser usada farinha de trigo.
A aguardente da Lourinhã apresenta uma cor topázio brilhante. O seu aroma é intenso com notas de baunilha, madeira, café e frutos secos. O seu sabor é macio, doce com ligeiro fumado e persistente.
Carne muito suculenta e de grão fino, obtida a partir de porcos de raça Alentejana, abatidos entre os 8 e os 14 meses, inscritos no Livro de Nascimentos e filhos de pai e mãe inscritos no Livro Genealógico português de Suínos – secção raça Alentejana. A cor varia entre o rosa pálido e rosa escuro, consoante a idade do animal, com gordura brilhante, firme, não exsudativa embora, por vezes, excessiva à superfície das carcaças e de coloração branca. Carne extraordinariamente saborosa, decorrente da alimentação da animal à base de bolota e erva, livremente pastadas nos montados de sobro e azinho do Alentejo e regiões circundantes.
É um produto produzido em diversas zonas do país. Estas cavacas têm um formato irregular e com a sua cobertura fazem lembrar as pedras da Serra da Estrela com neve.
Doce composto por um invólucro, em forma de “cartucho” ou cone, de massa fina e estaladiça, com bordos irregulares na extremidade superior sendo o recheio, de doce de ovos com amêndoa, bem visível. Tanto o cartucho como o recheio apresentam cor heterogénea, podendo a do cartucho variar entre o bege e o castanho claro e a do recheio variar entre o amarelo-torrado e o laranja, pigmentado com amêndoa de tonalidades entre o bege e o castanho claro. O cartucho apresenta aroma e sabor característico onde se evidência a manteiga e a amêndoa, complementado pelo recheio onde predominam um aroma e sabor complexos, a ovo, cozido em açúcar, e a amêndoa.