CONCURSOS NACIONAIS DE PRODUTOS TRADICIONAIS
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Como o seu nome indica, são uns doces pequenos em forma de castanha, feitos à base de gemas de ovos muito frescos e açúcar em ponto, seguindo o modo de confecção tradicional. Apresentam uma textura uniforme, sem grânulos de açúcar ou de gema de ovos, brilho uniforme e aroma complexo a gema de ovo evoluindo para um cheiro característico do qual fazem parte aromas diversos resultante das reações químicas que ocorrem durante o cozimento entre o açúcar e os compostos existentes na gema do ovo.
Apresenta cor vermeho escuro e textura aveludada podendo encontrar-se alguns pedaços de tomate. A ausência de peles e a quase inexistência de sementes não mentem sobre o tempo, dedicação e gosto pela arte de bem fazer.
Pequenos bolos de forma redonda ligeiramente achatada, com cerca de 30g, que vão ao forno antes de serem cobertos com uma calda de açúcar. Confecionadas apenas com amêndoa, açúcar, um pouco de farinha e água apresentam cor castanha no interior e castanha escura no exterior com o branco do açúcar em calda por cima. Apresenta textura dura ao toque mas macia no interior.
Sensação na boca espessa e cremosa, uma jóia com tonalidade e sabor delicado de tamarilho. É brilhante e picante com uma doçura persistente e bem julgada. Produzido sem recurso a aromatizantes ou corantes artificiais. Os tamarilhos são colhidos no pomar da casa onde são produzidas segundo o modo de produção biológica. Este licor tem tendência a acentuar o seu sabor com a idade. Todo o processo de produção é verdadeiramente artesanal. Teor alcoólico: 23%.
A Special Strong Lager de cor dourada e espuma cremosa marfim é o produto premiado da Cerveja Xarlie. Ostenta um perfil elegante e um equilíbrio harmonioso entre as notas de malte, os aromas cítricos e frutos de pomar provenientes dos nobres lúpulos europeus. Num flute, bem fresca, é ideal para acompanhar uma refeição ou simplesmente degustar num final de tarde com amigos.
Covilhete de Vila Real é um pastel de carne, com peso aproximado de 50g a 60g, recheado com um picado feito maioritariamente à base de carne de vaca estufada. O covilhete tem forma tronco-cónica feita com massa folhada, a qual é tapada superiormente também com massa folhada com enrolado helicoidal característico deste produto. A massa é crocante e estaladiça, e o recheio é macio e granuloso, onde se notam os pedaços da carne picada que podem estar ligados por um ligeiro creme espesso resultante da mistura das gorduras com a farinha. No odor destaca-se a massa folhada que contrasta levemente com os aromas do recheio. O seu sabor resulta da mistura da massa folhada com o recheio onde se destacam os sabores característicos do alho e da cebola, da gordura e da carne e com um leve toque de salsa.
Presunto obtidos a partir de pernis (membros posteriores) de porcos de raça alentejana (exceptuando reprodutores), com regras particulares de maneio, abatidos entre os 12 e os 24 meses, inscritos no Livro Genealógico Português de Suínos - Secção Raça Alentejana. Forma arredondada com courato externo, conservando a extremidade podal (unha). Ao corte apresentam cor vermelho escuro, com infiltração de gordura intramuscular, brilhante, branca-nacarada. Textura pouco fibrosa. Aroma agradável a «montanheira».
Produto tradicional da Região Autónoma da Madeira obtido a partir da amassadura de farinha de trigo, batata-doce (Ipomoea batatas L.), fermento de padeiro e/ou “massa lêveda”, água e sal e cozido em forno de lenha. Tem formato arredondado podendo, no caso particular da zona de São Vicente, apresentar a forma de trança ou rosca, detendo o nome de «rosquilha». Apresenta uma cor heterogénea, variando com a zona de produção e/ou produtor, mas sempre na paleta dos castanhos, podendo apresentar manchas brancas de salpicado da farinha, crosta mais ou menos espessa e bem aderente ao miolo, sendo, em geral, a textura interna constituída por um miolo denso, com alvéolos irregulares, elástico e macio no paladar e cor de creme a amarelo “sujo”, consoante a proporção de batata-doce que integra a massa. A batata-doce imprime à massa do produto características sápidas e de aroma inconfundíveis.
Pastéis de delicada massa folhada, extremamente fina, recheada com doce de ovos. São rectangulares, com as pontas dobradas sobre si, feitos de massa muito fina, recheados, cozidos no forno e polvilhados com açúcar. A massa exterior é extremamente fina, friável e estaladiça, composta por várias camadas. O recheio é amarelo brilhante, macio e fundente na boca, com forte odor a ovo e fundo ligeiro de caramelo resultante da cozedura da gema de ovo em açúcar em ponto
Bombom de molde de 12g com a forma de uma folha, com cobertura de chocolate negro de 60% de pasta de cacau, recheio cremoso e de intenso sabor mentolado.