CONCURSOS NACIONAIS DE PRODUTOS TRADICIONAIS
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Bombom de corte de 12g., com cobertura de chocolate puro negro com 58,2% de pasta de cacau. O acabamento é feito com um apontamento de canela em pó. O recheio é feito com duas ganaches separadas, estando uma sobre a outra. Uma de chocolate branco com 28% de pasta de cacau, onde se encontra incorporada a nata, a outra, de chocolate negro e leite, onde está a canela. No inicio o sabor do chocolate negro impõe-se, logo de seguida surge um sabor persistente de canela suavizado pela nata.
Da família do pão de ló e oriundo de Vizela o bolinhol é feito com açúcar e ovos bem batidos aos quais se vai juntando farinha peneirada. Após cozer, em forma rectangular, é coberto com uma calda de açúcar (ponto leve) que fica logo branca.
“Borrego Serra da Estrela” são as carcaças refrigeradas, obtidas a partir de animais da raça Bordaleira Serra da Estrela, filhos de pai e mãe incritos no Livro Genealógico da raça O abate dos animias é feito até aos 30 dias de vida, com um peso vivo até 12 Kg. É uma carne particularmente macia e saborosa, de paladar muito suave, com gordura intersticial e subcutânea bem distribuída.
Carne muito saborosa e suculenta, de consistência firme e ligeiramente húmida, obtida a partir de animais da Raça Mirandesa criados no seu solar de origem. A cor vai de rosa clara a vermelha clara, com gordura branca homogeneamente distribuída, com distribuição intramuscular moderada no novilho. O músculo é de grão fino, com consistência firme e ligeiramente húmida. Provém de Bovinos da raça Mirandesa que possuem grande corpulência, com uma cor castanha que vai escurecendo para as extremidades. Na cabeça destaca-se a marrafa saliente e coberta com um tufo de pêlos alourados. Têm particular reputação duas peças integrantes destas carcaças e que estão protegidas pela Denominação de Origem: a Posta e o Rodião, que só podem designar-se como “Mirandeses” se cumpridas todas as regras e imposições legais.
Licor elaborado a partir de Rum agrícola da Madeira, fabricado num muito antigo Engenho da Calheta, e de nêsperas provenientes da Quinta Pedagógica dos Prazeres. Apresenta-se com uma cor límpida e dourada, caracterizando-se por uma doçura correta e um aroma amendoado, lembrando por vezes a amarguinha.
Com uma cor amarela, brilhante e cristalina, na boca há uma explosão de limão fresco ligeiramente amargo com um final de boca longo e persistente do limão colhido fresco às primeiras horas da manhã no pomar da Casa de Encosturas onde são produzidos segundo o modo de produção biológica. Este licor tem tendência a acentuar o seu sabor com a idade. Todo o processo de produção é verdadeiramente artesanal. Teor alcoólico: 24%.
Bolo de forma redonda, húmido. Pesa cerca de 45 gramas, tem o formato de uma pequena broa, castanho claro, com pequenos sulcos na côdea.
O Figo é o fruto da Figueira – Ficus carica L. Na Região de Torres Novas predominam duas variedades diferentes: Preto de Torres Novas e Pingo de Mel. A denominação FIGO DE TORRES NOVAS cobre exclusivamente os figos frescos ou secos das duas variedades referidas: preto de Torres Novas e Pingo de Mel. Estes nomes podem ainda ser complementados com a expressão “lampos” ou “temporões” para os figos frescos colhidos em Maio/Julho e “vindimos” para os figos frescos produzidos em Agosto/Setembro. Globalmente, o figo de Torres Novas é um fruto de sabor doce característico, muito rico em fibras e minerais como o cálcio, magnésio e potássio. Caracteriza-se ainda por conter teores razoáveis de vitaminas C, B1 e B2. O seu valor calórico (80 calorias/100g) elege-o como um bom alimento energético. O figo Preto de Torres Novas, quando produzido nesta região e no estado de maturação adequado para consumo, é de pequeno calibre e arredondado. A epiderme é totalmente violácea, lisa, baça, com pouco polvilho e com fendilhamento irregular pouco marcado. Estes figos apresentam um elevado teor em açúcar. Maturação na 1ª quinzena de Junho. O figo Pingo de Mel, quando produzido nesta região e no estado de maturação adequado para consumo, é de calibre médio, a epiderme é verde-amarelada e é muito resistente ao transporte. Esta variedade produz normalmente uma gota de sumo no ostíolo do figo maduro que se assemelha a um pingo-de-mel e impede a passagem de insectos ou fungos para o interior do figo. Maturação na 1ª quinzena de Agosto. O figo de Torres Novas tem dupla aptidão e pode ser comercializado em fresco ou em seco.
Azeitonas Maçanilha do Algarve (em especial do Nordeste serrano), carnudas, esmagadas, de cor verde, temperadas com alho, orégãos, tomilho, nêveda e casca de limão.