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A Couve Penca de Chaves, também conhecida por Couve Tronchuda ou Couve Troncha, é a parte comestível (pé, folhas, olho) da Couve Portuguesa – Brassica oleracea variedade tronchuda. Esta couve é uma planta de tamanho grande, de caule grosso a médio longo, com cicatriz foliar grande, com 10 a 12 folhas grandes de pecíolo e folha grande de forma arredondada, elíptica ou reniforme, de cor verde a verde clara, com margem sub-inteira ou crenada, de muitas nervuras brancas em ambas as paginas.

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ASSADURA DE BOTICAS

Produto tradicional proveniente do fraccionamento da carne do lombo e do lombelo do porco*, temperada com sal, alho e vinho tinto ou branco de Trás-os-Montes e envolvida em banha do mesmo porco. Têm forma paralelepipédica, tomando a banha que os recobre a forma do recipiente em que são colocados. A cor da assadura é castanha destacando-se da cor da banha, bastante clara embora não branca. Sabor e aroma muito agradáveis, misto de carne e banha. * Em todos os produtos, por porco deve entender-se “porco da raça Bísara ou produto de cruzamento desta raça, (desde que 50% de sangue Bísaro)”

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PASTEL DE FEIJÃO DE TORRES VEDRAS - MCA

O pastel de feijão de Torres Vedras é um bolo de pastelaria, doce, de pequeno formato e cozido (assado) no forno. O recheio, localmente conhecido como “espécie”, é composto por feijão branco, miolo de amêndoa pelada, gemas de ovo, açúcar branco e água. A fina massa envolvente ( conhecida localmente como a "forra" ou "capa" ou ainda "lençol") tem como constituintes farinha de trigo, água, manteiga ou gordura vegetal e sal. À prova, sente-se a capa, quebradiça e estaladiça, mas não folhada, envolvendo delicadamente o recheio, sem o abafar. O sabor da amêndoa é persistente, sendo o último a desaparecer do paladar após a ingestão

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CEBOLA DE PENAFIEL

A cebola de Penafiel é produzida a partir de uma planta herbácea, de folha cerosa e raiz fasciculada, pertencente à variedade tradicional Garrafal, género Allium, família das Liliáceas. Esta variedade de cebola por ser cultivada em Penafiel apresenta uma forma alongada (elíptica larga), sendo o bolbo grande e de diâmetro médio. A cor dominante das escamas secas do bolbo é acastanhada a amarelo-torrado. A intensidade da cor dominante das escamas frescas é clara. Tendo em conta a importância regional desta variedade, a ADER-SOUSA – Associação de Desenvolvimento Rural das Terras do Sousa já propôs a sua inscrição no Catálogo Nacional de Variedades.

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- DOP

Mel produzido pela abelha Apis mellifera mellifera (sp. Iberica) de cor âmbar claro (< a 5 na escala de Pfung) e com elevado índice de cristalização. Produzido no Nordeste do país, com flora mediterrânica característica da região montanhosa continental, onde predomina o rosmaninho, a urze e a soagem (Lavanda stoechas, Lavandula pardarculata, Genista alba), etc. Teor de pólen de rosmaninho (Lavanda stoecha e Lavanda padarculata) > 15 %, em situação de predominância. Se tiver mais de 35 % de pólen de rosmaninho, pode usar a menção "Mel de Rosmaninho”.

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CARNE MIRANDESA - DOP

Carne muito saborosa e suculenta, de consistência firme e ligeiramente húmida, obtida a partir de animais da Raça Mirandesa criados no seu solar de origem. A cor vai de rosa clara a vermelha clara, com gordura branca homogeneamente distribuída, com distribuição intramuscular moderada no novilho. O músculo é de grão fino, com consistência firme e ligeiramente húmida. Provém de Bovinos da raça Mirandesa que possuem grande corpulência, com uma cor castanha que vai escurecendo para as extremidades. Na cabeça destaca-se a marrafa saliente e coberta com um tufo de pêlos alourados. Têm particular reputação duas peças integrantes destas carcaças e que estão protegidas pela Denominação de Origem: a Posta e o Rodião, que só podem designar-se como “Mirandeses” se cumpridas todas as regras e imposições legais.

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