CONCURSOS NACIONAIS DE PRODUTOS TRADICIONAIS
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Produto fumado, obtido a partir da transformação da peça inteira do cachaço de porco, revestido por tripa e atado em ambas as pontas.
Doce confeccionado com batata doce roxa de Odemira, água, sumo de limão, canela em pau e vagem de baunilha. Tem cor roxo vivo, sabor agradável a batata com notas de canela e baunilha e uma leve fragrãncia a batata a que se aliam os aromas a canela e baunilha
Sensação na boca espessa e cremosa, uma jóia com tonalidade e sabor delicado de tamarilho. É brilhante e picante com uma doçura persistente e bem julgada. Produzido sem recurso a aromatizantes ou corantes artificiais. Os tamarilhos são colhidos no pomar da casa onde são produzidas segundo o modo de produção biológica. Este licor tem tendência a acentuar o seu sabor com a idade. Todo o processo de produção é verdadeiramente artesanal. Teor alcoólico: 23%.
Covilhete de Vila Real é um pastel de carne, com peso aproximado de 50g a 60g, recheado com um picado feito maioritariamente à base de carne de vaca estufada. O covilhete tem forma tronco-cónica feita com massa folhada, a qual é tapada superiormente também com massa folhada com enrolado helicoidal característico deste produto. A massa é crocante e estaladiça, e o recheio é macio e granuloso, onde se notam os pedaços da carne picada que podem estar ligados por um ligeiro creme espesso resultante da mistura das gorduras com a farinha. No odor destaca-se a massa folhada que contrasta levemente com os aromas do recheio. O seu sabor resulta da mistura da massa folhada com o recheio onde se destacam os sabores característicos do alho e da cebola, da gordura e da carne e com um leve toque de salsa.
O Vinagre apresenta uma cor amarelo claro. Este é límpido, com com plantas de Poejo em infusão e o aroma é complexo com notas ácidas a plantas de Poejo e mel. Ao paladar é agridoce com notas agradáveis a mel e plantas de Poejo.
Queijo curado, de leite cru, de ovelha e cabra, com crosta de cor branca a amarelo palha uniforme, lisa, seca ou ligeiramente untuosa e de pasta semi-dura a dura, sem olhos ou com olhos muito pequenos e irregulares com humidade entre 52 a 60% e conteúdo de matéria gorda de 45%. A massa tem cor branca mate e textura firme. Apresenta-se com uma forma cilíndrica, sendo o diâmetro de 10 a 12 cm e a altura de 3,3 a 4,2 cm. O peso varia de 300 a 500 g.
Figo produzido em pomares estremes ou em árvores dispersas, mas sempre em sequeiro, sem recurso a tratamentos fitossanitários. São secos ao sol. Dadas as condições edafo-climáticas da região, os figos têm teor elevado de açúcar e pesam cerca de 10g/cada.
A cebola de Penafiel é produzida a partir de uma planta herbácea, de folha cerosa e raiz fasciculada, pertencente à variedade tradicional Garrafal, género Allium, família das Liliáceas. Esta variedade de cebola por ser cultivada em Penafiel apresenta uma forma alongada (elíptica larga), sendo o bolbo grande e de diâmetro médio. A cor dominante das escamas secas do bolbo é acastanhada a amarelo-torrado. A intensidade da cor dominante das escamas frescas é clara. Tendo em conta a importância regional desta variedade, a ADER-SOUSA – Associação de Desenvolvimento Rural das Terras do Sousa já propôs a sua inscrição no Catálogo Nacional de Variedades.
Miolo de amêndoa envolvido, de forma manual, numa camada fina de açúcar caramelizado com canela.
"Cereja de Alfândega da Fé" é o fruto proveniente de diversas variedades de cerejeira (Prunus avium L) tradicionalmente cultivadas no concelho de Alfândega da Fé e áreas limítrofes. Apresenta polpa dura, crocante, açucarada, muito sucosa e de perfume ligeiramente acentuado, sendo resistente ao rachamento.