CONCURSOS NACIONAIS DE PRODUTOS TRADICIONAIS
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Mel produzido pela abelha negra Apis mellifera mellifera (sp. Iberica) - considerada por alguns investigadores como sub raça da Apis mellifera iberica - na região montanhosa do Barroso, a partir da flora característica. Tem cor escura (> a 8 na escala de Pfund), cheiro e sabor reveladores da flora melífera regional, com forte predominância de ericáceas. Ao mel que possua um teor de pólen de ericáceas superior a 35 % poderá ser atribuída a designação de “Mel de Urze” ou “Mel de Queiró”.
Bombons de fabrico totalmente artesanal. As “cápsulas” de chocolate, preparadas a partir de puro chocolate belga (considerado um dos melhores do mundo), são quadradas e cheias com um recheio elaborado com laranjas nacionais frescas.
Pequenos bolos de forma redonda ligeiramente achatada, com cerca de 30g, que vão ao forno antes de serem cobertos com uma calda de açúcar. Confecionadas apenas com amêndoa, açúcar, um pouco de farinha e água apresentam cor castanha no interior e castanha escura no exterior com o branco do açúcar em calda por cima. Apresenta textura dura ao toque mas macia no interior.
Folhas secas de lúcia-lima/limonete, para preparação de infusões.
Leitões abatidos com idade máxima de seis semanas, abertos ao meio, sendo as carcaças temperadas com sal e com uma mistura de vinho branco, pimentão picante, alho, louro e pimenta preta moída, posto o que são assadas em fornos de lenha.
Pequenos bolos de forma redonda ligeiramente achatada, com cerca de 30g, que vão ao forno antes de serem cobertos com uma calda de açúcar. Confecionadas apenas com amêndoa, açúcar, um pouco de farinha e água apresentam cor castanha no interior e castanha escura no exterior com o branco do açúcar em calda por cima. Apresenta textura dura ao toque mas macia no interior.
Enchido tradicional, fumado, em forma de ferradura, obtido a partir de carne (da cabeça, entremeada, barriga e aparas) de porco de raça bísara ou do seu cruzamento com outras raças (desde que com 50% de sangue bísaro), carne de aves (apenas para a calda) e pão regional de trigo, condimentado com sal, alho, colorau e azeite de Trás-os-Montes DOP, cheio em tripa fina de porco ou vaca. Ao corte a massa apresenta-se homogénea, apercebendo-se, no entanto, as carnes desfiadas. Sabor e aroma a fumado, muito agradável.
Produto fumado, obtido a partir da transformação da peça inteira do cachaço de porco, revestido por tripa e atado em ambas as pontas.
Pão tradicional transmontano, obtido a partir da amassadura de farinha de centeio, água, sal e levedura, cozido em forno de lenha.
Apresentam características que permitem a sua classificação como azeite virgem extra e azeite virgem nos termos da Regulamentação Comunitária. Dadas as características organolépticas e as variedades de azeitona, os Azeites da Beira Interior integram duas áreas geográficas diferentes: - Azeites da Beira Alta – DOP: obtêm-se sobretudo da azeitona das variedades Galega, Cornicabra, Carrasquenha, Negrinha, Madural e Cobrançosa; - Azeites da Beira Baixa - DOP: Obtêm-se sobretudo da azeitona das variedades Galega, mas também da Bical e Cordovil.