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CARNE MIRANDESA - DOP

Carne muito saborosa e suculenta, de consistência firme e ligeiramente húmida, obtida a partir de animais da Raça Mirandesa criados no seu solar de origem. A cor vai de rosa clara a vermelha clara, com gordura branca homogeneamente distribuída, com distribuição intramuscular moderada no novilho. O músculo é de grão fino, com consistência firme e ligeiramente húmida. Provém de Bovinos da raça Mirandesa que possuem grande corpulência, com uma cor castanha que vai escurecendo para as extremidades. Na cabeça destaca-se a marrafa saliente e coberta com um tufo de pêlos alourados. Têm particular reputação duas peças integrantes destas carcaças e que estão protegidas pela Denominação de Origem: a Posta e o Rodião, que só podem designar-se como “Mirandeses” se cumpridas todas as regras e imposições legais.

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CARNE MARINHOA - DOP

Carne muito tenra e suculenta, de consistência firme, obtida a partir de animais da Raça Marinhoa, inscritos no Livro de Nascimentos e filhos de pai e mãe inscritos no Livro Genealógico da Raça Marinhoa. Apresenta-se como Vitela – carcaças ou peças provenientes de animais abatidos até aos 8 meses de idade Peso de carcaça entre 70 kg e180 Kg.; Vitelão – carcaças ou peças provenientes de animais abatidos entre os 8 e os 12 meses de idade. Peso de carcaça até 240 kg; Novilho – carcaças ou peças provenientes de machos, ou fêmeas, abatidos entre os 12 e os 30 meses Peso de carcaça superior a 180 Kg; Vaca – carcaças ou peças provenientes de fêmeas com idade superior a 30 meses. Peso de carcaça superior a 220 kg; Touro – carcaças ou peças provenientes de machos com idade superior a 30 meses. Peso de carcaça superior a 220 kg.

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Enchido feito à base de arroz, carnes de caprino, ovino e suíno, chouriço e presunto, cortados em fragmentos muito pequenos e temperados com sal, alho, vinho e ervas aromáticas (serpão e ou hortelã). Tem aroma e sabor muito específicos decorrentes da mistura dos ingredientes e dos condimentos. Tem cor clara, ligeiramente amarelada, consistente e firme, invólucro sem roturas e bem aderente à massa, com distribuição irregular dos pedaços de carne e um peso aproximado de 250 a 350 g. De formato cilíndrico, com diâmetro compreendido entre 6 e 10 cm e comprimento de 10 a 15 cm. O seu invólucro é tripa sintética cozida manualmente numa extremidade e fechada com nó, palito e serpão na outra. Tendo sido submetido a uma cozedura adequada, recomenda-se que seja fervido em água aproximadamente durante 5 a 10 min. antes do consumo. Constitui em si mesmo uma refeição, sendo muito apreciado quando consumido com grelos ou couves cozidas ou com uma salada fresca

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PASTEL DE FEIJÃO DE TORRES VEDRAS - MCA

O pastel de feijão de Torres Vedras é um bolo de pastelaria, doce, de pequeno formato e cozido (assado) no forno. O recheio, localmente conhecido como “espécie”, é composto por feijão branco, miolo de amêndoa pelada, gemas de ovo, açúcar branco e água. A fina massa envolvente ( conhecida localmente como a "forra" ou "capa" ou ainda "lençol") tem como constituintes farinha de trigo, água, manteiga ou gordura vegetal e sal. À prova, sente-se a capa, quebradiça e estaladiça, mas não folhada, envolvendo delicadamente o recheio, sem o abafar. O sabor da amêndoa é persistente, sendo o último a desaparecer do paladar após a ingestão

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