CONCURSOS NACIONAIS DE PRODUTOS TRADICIONAIS
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
"Anona da Madeira" são os frutos das diversas variedades da família das Annonaceae, género Annona, espécie Annona cherimola Mill. (correspondente à A. tripetala de Aiton). Caracterizam-se por terem forma cordiforme, sendo a superfície, em correspondência com cada carpelo, mais irregular na base do fruto do que no ápice. A epiderme é mais ou menos lisa ou apresenta pequenas protuberâncias de forma cónica. Casca fina e delicada.Consoante a variedade, a coloração varia entre o verde claro, o verde amarelado e o verde bronzeado. O índice de sementes oscila entre seis a nove por cada 100 g de polpa. O teor em açúcar varia entre os 17,5 e os 21 °Brix. O peso das anonas oscila entre os 100 g e 2 kg, sendo o peso médio de 450 g.
Fatias de pão de ló regadas por açúcar e posteriormente cobertas com doce de ovos e canela. Apresenta uma textura aveludada com uma consistência suave e um sabor doce e aromático a canela.
Carne de cor rosa escura (vitela) a avermelhada escura (vaca), obtida a partir de animais da Raça Maronesa. Tem uma suculência extraordinária.
Mel crú, de origem silvestre - produzido pela abelha local - apis melífera (sp ibérica), a partir da mistura de néctares de várias espécies de flores resultantes da flora apícola da região (multifloral) - enriquecido com gengibre e limão. De sabor suave, mas marcante pela presença do gengibre e do limão, apresenta uma consistência densa, um tom ambrado e um aroma floral mas, também ele, marcado pelo gengibre e pelo limão.
A Couve Penca de Chaves, também conhecida por Couve Tronchuda ou Couve Troncha, é a parte comestível (pé, folhas, olho) da Couve Portuguesa – Brassica oleracea variedade tronchuda. Esta couve é uma planta de tamanho grande, de caule grosso a médio longo, com cicatriz foliar grande, com 10 a 12 folhas grandes de pecíolo e folha grande de forma arredondada, elíptica ou reniforme, de cor verde a verde clara, com margem sub-inteira ou crenada, de muitas nervuras brancas em ambas as paginas.
Doce confeccionado com batata doce roxa de Odemira, água, sumo de limão, canela em pau e vagem de baunilha. Tem cor roxo vivo, sabor agradável a batata com notas de canela e baunilha e uma leve fragrãncia a batata a que se aliam os aromas a canela e baunilha
Apresenta cor vermeho escuro e textura aveludada podendo encontrar-se alguns pedaços de tomate. A ausência de peles e a quase inexistência de sementes não mentem sobre o tempo, dedicação e gosto pela arte de bem fazer.
Sensação na boca espessa e cremosa, uma jóia com tonalidade e sabor delicado de tamarilho. É brilhante e picante com uma doçura persistente e bem julgada. Produzido sem recurso a aromatizantes ou corantes artificiais. Os tamarilhos são colhidos no pomar da casa onde são produzidas segundo o modo de produção biológica. Este licor tem tendência a acentuar o seu sabor com a idade. Todo o processo de produção é verdadeiramente artesanal. Teor alcoólico: 23%.
Conserva tradicional constituída por 4 filetes de atum, pescado de "salto e vara" no mar dos Açores, colocados sobre uma cama de molho cru (cebola, alho, pimento vermelho, salsa, colorau, massa de malagueta, vinagre e sal) e azeite.
Produto agri-doce resultante da mistura de pimentos amarelos, vermelhos, verdes, laranja, pepino em rodelas e cebolas pequeninas – tudo de produção biológica própria - que depois de desidratados são fervidos durante um minuto numa calda de vinagre de fruta, açúcar e várias especiarias