CONCURSOS NACIONAIS DE PRODUTOS TRADICIONAIS
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Os hambúrgueres de Carne Barrosã são fabricados exclusivamente com Carne Barrosã. A Carne Barrosã é proveniente de bovinos da Raça Barrosã, raça autóctone portuguesa, referência emblemática da bovinicultura nacional. Habitantes ancestrais das terras altas do Norte de Portugal, estes animais pastoreiam livremente nos baldios e nos lameiros tradicionais, em perfeitas condições de bem-estar animal, usufruindo da pureza natural desses lugares, contribuindo significativamente para a preservação da paisagem montanhesa, para a biodiversidade e para a sustentabilidade da economia rural da região. A Carne Barrosã apresenta uma cor vermelho vivo muito apelativa, tendo ao corte um especto ligeiramente húmido e marmoreado. A conjugação das características genéticas associadas a um maneio alimentar extensivo e à exclusiva alimentação dos vitelos à base de leite materno, de forragens e de cereais propiciam a precoce infiltração de ácidos gordos saudáveis no interior das fibras musculares, o que lhes confere a suculência, a tenrura e o sabor inconfundíveis, de reconhecido mérito internacional. Esta equilibrada riqueza de ácidos gordos insaturados ómega-3 e ómega-6, o baixo teor em colesterol e uma invulgar abundância de antioxidantes (B-carotenos e alfa tocoferóis) constituem, no seu conjunto, uma importante fonte de micronutrientes promotores de saúde. O rigoroso sistema de segurança alimentar implementado assegura a garantia da autenticidade e genuinidade ao longo de toda a fileira produtiva.
Como o seu nome indica, são uns doces pequenos em forma de castanha, feitos à base de gemas de ovos muito frescos e açúcar em ponto, seguindo o modo de confecção tradicional. Apresentam uma textura uniforme, sem grânulos de açúcar ou de gema de ovos, brilho uniforme e aroma complexo a gema de ovo evoluindo para um cheiro característico do qual fazem parte aromas diversos resultante das reações químicas que ocorrem durante o cozimento entre o açúcar e os compostos existentes na gema do ovo.
Bombons artesanais produzidos à base de figo preto seco de Torres Novas e recheados com figo preto fresco de Torres Novas. O aspecto exterior é o de uma pasta irregular e granulosa e o interior é de um fluido brilhante com pequenos pedaços do fruto.
Azeitonas Maçanilha do Algarve (em especial do Nordeste serrano), carnudas, esmagadas, de cor verde, temperadas com alho, orégãos, tomilho, nêveda e casca de limão.
O Figo é o fruto da Figueira – Ficus carica L. Na Região de Torres Novas predominam duas variedades diferentes: Preto de Torres Novas e Pingo de Mel. A denominação FIGO DE TORRES NOVAS cobre exclusivamente os figos frescos ou secos das duas variedades referidas: preto de Torres Novas e Pingo de Mel. Estes nomes podem ainda ser complementados com a expressão “lampos” ou “temporões” para os figos frescos colhidos em Maio/Julho e “vindimos” para os figos frescos produzidos em Agosto/Setembro. Globalmente, o figo de Torres Novas é um fruto de sabor doce característico, muito rico em fibras e minerais como o cálcio, magnésio e potássio. Caracteriza-se ainda por conter teores razoáveis de vitaminas C, B1 e B2. O seu valor calórico (80 calorias/100g) elege-o como um bom alimento energético. O figo Preto de Torres Novas, quando produzido nesta região e no estado de maturação adequado para consumo, é de pequeno calibre e arredondado. A epiderme é totalmente violácea, lisa, baça, com pouco polvilho e com fendilhamento irregular pouco marcado. Estes figos apresentam um elevado teor em açúcar. Maturação na 1ª quinzena de Junho. O figo Pingo de Mel, quando produzido nesta região e no estado de maturação adequado para consumo, é de calibre médio, a epiderme é verde-amarelada e é muito resistente ao transporte. Esta variedade produz normalmente uma gota de sumo no ostíolo do figo maduro que se assemelha a um pingo-de-mel e impede a passagem de insectos ou fungos para o interior do figo. Maturação na 1ª quinzena de Agosto. O figo de Torres Novas tem dupla aptidão e pode ser comercializado em fresco ou em seco.
Produto resultante da mistura homogénea do açúcar branco com o mesocarpo cozido de marmelos criteriosamente seleccionados e em pleno estado de maturação e sanidade, colhidos na época própria. Sem corantes nem conservantes. De cor âmbar claro, brilho bastante intenso, consistência firme e cheiro frutado. Apresenta-se em taça de porcelana de 250gr ou 500gr, devidamente fechadas e rotuladas. Também se apresenta em sacos de celofane transparente com cubos embalados individualmente em papel vegetal, perfazendo uma capacidade de 250 gr.
Covilhete de Vila Real é um pastel de carne, com peso aproximado de 50g a 60g, recheado com um picado feito maioritariamente à base de carne de vaca estufada. O covilhete tem forma tronco-cónica feita com massa folhada, a qual é tapada superiormente também com massa folhada com enrolado helicoidal característico deste produto. A massa é crocante e estaladiça, e o recheio é macio e granuloso, onde se notam os pedaços da carne picada que podem estar ligados por um ligeiro creme espesso resultante da mistura das gorduras com a farinha. No odor destaca-se a massa folhada que contrasta levemente com os aromas do recheio. O seu sabor resulta da mistura da massa folhada com o recheio onde se destacam os sabores característicos do alho e da cebola, da gordura e da carne e com um leve toque de salsa.
Vinagre natural, intenso, fresco e aromático, produzido a partir de vinhos sãos que são colocados em barricas de madeira durante cerca de 10 anos, para que o alcool se transforme em ácido acético. Possui uma acidez extraordinária:10º .
Carne muito suculenta e de grão fino, obtida a partir de porcos de raça Alentejana, abatidos entre os 8 e os 14 meses, inscritos no Livro de Nascimentos e filhos de pai e mãe inscritos no Livro Genealógico português de Suínos – secção raça Alentejana. A cor varia entre o rosa pálido e rosa escuro, consoante a idade do animal, com gordura brilhante, firme, não exsudativa embora, por vezes, excessiva à superfície das carcaças e de coloração branca. Carne extraordinariamente saborosa, decorrente da alimentação da animal à base de bolota e erva, livremente pastadas nos montados de sobro e azinho do Alentejo e regiões circundantes.
Broa de mel e noz que se apresenta achatada e com cor tostada. Sentem-se frutos secos e as ervas aromáticas. Na sua textura as broas apresentam alguma humidade.